Afinal José Sócrates tinha razão.
Segundo o DE, a Estradas de Portugal recomendou a não adjudicação da concessão à Mota-Engil e à Edifer pelos grandes desvios (superiores em mais de 100%) entre os preços iniciais e os preços finais.
Francisco Louçã estava equivocado.
Nota: Também aqui.
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