Fim da tarde, início da luz brilhante de verão sobre Lisboa. Por vezes cumprem esse ritual de trocarem palavras e silêncios, partilharem interrogações e espantos, olharem essa cidade de colinas e sentirem que o vento lhe lava as almas.
A Lisboa de Sophia entrega-se, uma Lisboa mestiça, com aguarelas dos novos habitantes, essa amálgama de gentes e culturas.
A Lisboa dos cheiros sedu-las e guia-lhes os passos até a um canto de sabores picantes.
A Lisboa dos amigos espera por mais um ritual, por estreitar ainda mais alguns laços indefiníveis.
(foto daqui)
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