Estamos em época de reclusão, recolhimento e expiação, a fé mover-nos-á para as montanhas da descrença, mas no entretanto apieda-se e aquieta-se nos gestos, nas vozes, nos inúmeros actos de recato religioso.
Assim fazemos fé no próximo Santo, na palavra dos deputados e no despudor das servidoras desperfumadas do estado.
É Páscoa.
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