14 março 2009

Omnipresente culpa

O que mais nos arrepia e assusta é que isto poderia ter acontecido a qualquer um de nós. Pai, mãe, irmão, irmã, a qualquer pessoa que ame desveladamente outra, por pequena e frágil e dependente que seja, pode estar horas sem que a nossa prioridade, atenção, reflexos e instintos estejam condicionados por ela.


 


O mais doloroso é imaginar a criança morta e o esfrangalhamento daquele pai, daquela mãe, daquela família estraçalhada pela culpa, pela omnipresente culpa, de que não se livrará jamais.

 

2 comentários:

  1. O que mais me arrepia é que isto nunca se passaria comigo. Jamais!

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  2. Comigo não! Jamais!

    Sou um pai responsável, um marido responsável e um homem responsável, embora por vezes brincalhão.

    Esse gajo não tem desculpa. O melhor que fazia era atirar-se da ponte 25 de Abril abaixo.
    Não tem desculpa. Nenhuma!
    Oxalá que apanhe meia dúzia de anos de cadeia. Merece!

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