28 fevereiro 2009

Democracia em directo

 


Ouvir Jaime Gama elogiar José Sócrates desta forma, faz-me lembrar os elogios que fez a Alberto João Jardim, anos depois de o ter comparado a Bokassa.


 


Depois, os momentos de embaraço militante dos que resolveram abrilhantar o congresso com teses sobre sexo entre animais irracionais, ou cantar em honra de Edite Estrela.

 


Assim se discutem os problemas da Nação, do desemprego às políticas sociais, dos serviços públicos ao sindicalismo.


 

2 comentários:

  1. Não vejo qualquer razão para que J.Gama não elogie a firmeza e determinação de Sócrates. É pele menos um político que não hesita nos rumos que traça. Não ousaria eu tecer tais elogios a Manuel Alegre que revela ter perna curta para grandes passadas e que não revela aquela pontinha de humildade que enobrece os homens de altos desígnios. Pretende M.A : possui-los, mas a sua arrogância esconde um fraco. Os amigos afagam-lhe o ego e isso chega para seu conforto. O homem que cantou é daqui, dos Açores, um cidadão puro e simples que morre pelo seu PS. E muito respeitado. E também canta o "nosso" M.Alegre, como ele diz . Este é que não está ao nível destes simples militantes. Sei que é amiga do poeta mas não é por isso que estou a perorar desta forma. É por causa da tabu da ida do dito ao congresso. Mais uma atitude reveladora do seu carácter.

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    1. Não tenho nada contra os elogios de Jaime Gama. Mas se eu fosse Sócrates ficava bastante desconfortável, pela simples razão de que os elogios de Jaime Gama são fruto de conjunturas, nunca de convicções.

      Quanto a Manuel Alegre tenho dito aqui várias vezes o quanto e quantas vezes discordo dele. Discordo, por exemplo, da sua ausência no Congresso do PS.

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