Tenho tentado perceber mais este atentado terrorista.
Tenho tentado perceber porque é que 25 homens jovens ocupam lugares turísticos e desatam a matar pessoas. Se o alvo eram os ricos estrangeiros transformou-se em indianos, não sei se ricos se pobres.
Gente que ri e que chora, que ama e odeia, que come, que dorme, que vive, sobrevive e mata.
Tenho tentado ouvir notícias, comentários, explicações. De onde vieram, quem eram, se pertenciam a celas de uma organização globalizada, se eram amadores, fundamentalistas, um braço da Al Qaeda.
Não consigo perceber e penso que nunca o conseguirei.
É engraçado ver como se comentam com todos os cuidados os assuntos da quintinha, mas quando saimos disso, os assuntos mundiais, a arte ou a poesia, parecem silenciar a muito filósofo... Curioso.
ResponderEliminarSerá que a questão não é debatir, senão descarregar frustrações.
Quem tenha ouvidos para ouvir...
Espero bem que alguém comece já o "para bellum", porque é a única coisa que podemos fazer contra os medievais musulmanos.
A situação no Paquistão é muito instável e complicada.Curiosamente até agora não li nenhuma preocupação expressa pela ainda actual administração americana,sendo que se trata de uma potencia nuclear.Não é só os problemas que subsistem com a India,e tambem a fronteira difusa entre o Paquistão e o Afeganistão.
ResponderEliminarPor um lado, Eduardo, estamos tão imersos nas nossas vidinhas que vamos passando ao lado de coisas importantes, tão mais importantes. Por outro lado, Ana Costa, este assunto é tão nebuloso e, estando a administração do EUA a mudar, tenham todas as cautelas antes de se pronunciarem.
ResponderEliminarHá um post interessante no Herdeiro de Aécio sobre os ataques em Mumbai : http :/ herdeirodeaecio.blogspot.com /2008/11 as-primeiras-trs-concluses-de-bombaim.html