Hoje até nos podemos esquecer do Magalhães, esse prodígio ibero-americano que todos os assessores de Sócrates usam, do Banco de Portugal que vai de ingenuidade em ingenuidade até ao descrédito final.
Porque hoje, com a vitória de Obama, vai começar o fim da crise.
Os EUA e a Europa anseiam pelo sinal de mudança. Mudança nos discursos e nas atitudes. É bom que nos convençamos que, em Portugal, as coisas também podem mudar.
É bom que José Sócrates se ouça a si mesmo e perceba que, mais tarde ou mais cedo, esta onda o alcançará.
Oxalá tenha razão !
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