Não se pode justificar tudo pela necessidade de pragmatismo. O nosso primeiro-ministro ofendeu as democracias com tão rasgados elogios a José Eduardo dos Santos e ao notável trabalho que tem feito.
Há limites para tudo.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Não se pode justificar tudo pela necessidade de pragmatismo. O nosso primeiro-ministro ofendeu as democracias com tão rasgados elogios a José Eduardo dos Santos e ao notável trabalho que tem feito.
Há limites para tudo.
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
E parece haver quem não saiba que os há...
ResponderEliminarCom a honrosa excepcao de Guterres, os primeiros-ministros do PS sempre cultivaram aquilo que chama de "necessidade de pragmatismo".
ResponderEliminarQuem nao se lembra dos elogios ao "humanista" Ceausescu!?