Antes de mais devo agradecer e encaminhar este honroso prémio. Nem sempre estou para pensar, Donagata, mas ainda bem que te provoco.
São muitas as pessoas que me interpelam e me motivam, estranhas, felizes, mordazes ou dramáticas, mas a indicação é para uma mulher.
Pois bem experimentem, se é que já não conhecem, ler e sentir os textos de Ana de Amsterdam. É dos que viciam.
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