Encosto o corpo à terrasinto o pulsar do mundo
estou cega surda muda
na pele a vida enrugada.
Pelas veias corre o tempo
crescem árvores e dedos
sou ninho pássaro vento
noutras asas semeada.
(pintura de Christopher Reilly: Untitled Seed Branch)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Corpo ao vento
ResponderEliminarsemeado
Gostei. Muito.
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