Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos,
melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
17 novembro 2007
Em suspenso
Não olho não falo não ouço não sinto as migalhas de ar a seda dos dias não conto as batidas do tempo.
Olá sofia, É impressão minha ou estás explorando o ritmo nos teus poemas? Este bem quase cantilena, mas com uma tensão nostálgica muito forte. ;) Beijos
Também a mim me deixas em suspenso.
ResponderEliminarO que eu gosto de te ler e reler...
E pronto.
Obrigada, Dona Gata.
ResponderEliminarA seda dos dias
ResponderEliminarCerzida
No veludo das noites
Que se esperam
Que se suspendem
Em suspiros e soluços
Áridos
Avessos
Olá sofia,
ResponderEliminarÉ impressão minha ou estás explorando o ritmo nos teus poemas?
Este bem quase cantilena, mas com uma tensão nostálgica muito forte.
;)
Beijos
Íbis, obrigada pela oferta. Vasco, olá. Não sei bem se tens razão. Se calhar sim, se calhar não.
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