01 junho 2007

Mudar

Como sociedade devemos estar gratos a Conceição Oliveira pela frontalidade com que se observou e decidiu que não era capaz de julgar séria e imparcialmente.

Como pessoa compreendo a sua ânsia e necessidade de partir em busca de outros rumos.

Mudar faz bem, mexe o espaço das ideias e reflecte o movimento. Mudar abana as certezas e potencia a inovação, desastrada ou gloriosa.

(escultura de A. Ceschiatti: a justiça)

2 comentários:

  1. lino18:38

    Não sei se devo aplaudir, lamentar ou vituperar, porque:

    3) Já escrevi e disse que quem não consegue ser isento deve afastar-se da coisa pública;

    2) A Ção era uma juíza de corpo inteiro, que não recuava perante quaisquer obstáculos;

    3) Não sei o que, no caso, significa jubilar. Vai reformar-se ao 50 anos e nós a pagar a reforma, ou vai trabalhar noutra actividade até aos 65 anos, contando o tempo de juíza como o de qualquer cidadão para a reforma?

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  2. Sofia Loureiro dos Santos20:59

    Não sei a resposta a nenhuma dessas perguntas. Mas reconhecer uma fraqueza, numa função daquela responsabilidade, é de uma pessoa inteira e preocupada com a coisa pública.

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