faça como
de costume,
arrume o cabelo,
ponha
o seu perfume,
deixe
que pela fresta
vague o lume,
dance ao som
daquele blues
no último volume,
faça como
de costume,
rode a baiana,
desarrume,
entre no meu
coração,
e saia impune,
como de costume.
de costume,
arrume o cabelo,
ponha
o seu perfume,
deixe
que pela fresta
vague o lume,
dance ao som
daquele blues
no último volume,
faça como
de costume,
rode a baiana,
desarrume,
entre no meu
coração,
e saia impune,
como de costume.
(poema de Múcio Góes: Traversuras; desenho de Karen Kucharski: earlier than usual again)

Ah, Sofia, que encanto, que graça! Grato e feliz por tua homenagem!
ResponderEliminarAbraços daqui!
Um poema muito bonito.
ResponderEliminarUm blog lindo.