23 março 2006

O misterioso caso da alegada fuga (ao fisco)

Adensa-se a intriga.

Será que António Carrapatoso pagou e não devia ter pago, ou não pagou e devia ter pago? Será que é ele que deve dinheiro ao estado ou o estado que lhe deve dinheiro a ele? Será que foi ele que interpretou bem a lei, e mesmo assim pagou, ou que foi o estado que não a interpretou mal, e mesmo assim não recebeu?

Esperam-se os novos desenvolvimentos desta novela (de mau gosto e perigosa, não sabemos é bem para quem) nos próximos dias (ou até cair tudo no abençoado esquecimento).

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