25 março 2006

Fim-de-semana

O bom dos fins-de-semana é que não são programáveis.

Mesmo que tenhamos pensado em ocupar os dias com afazeres culturais, sociais ou apenas e só domésticos, o que têm de absolutamente sublime é o podermos estar totalmente desocupados.

Só assim os rituais do lazer se transformam em pequenos prazeres indispensáveis à sanidade de uma semana trabalhosa e, por vezes, acinzentada.

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