16 abril 2017

Preciso me encontrar


Cartola


 



 Zeca Pagodinho & Marisa Monte


 


 


Deixe-me ir


Preciso andar


Vou por aí a procurar


Rir pra não chorar


Deixe-me ir


Preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar


 


Quero assistir ao sol nascer


Ver as águas dos rios correr


Ouvir os pássaros cantar


Eu quero nascer


Quero viver


 


Deixe-me ir


Preciso andar


Vou por aí a procurar


Rir pra não chorar


Se alguém por mim perguntar


Diga que eu só vou voltar


Depois que me encontrar


 


Quero assistir ao sol nascer


Ver as águas dos rios correr


Ouvir os pássaros cantar


Eu quero nascer


Quero viver


 


Deixe-me ir


Preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar


 


(Deixe-me ir preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar)


 


Deixe-me ir preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar


 


(Deixe-me ir preciso andar


Vou por aí a procurar


Sorrir pra não chorar)

08 abril 2017

Da falta de decoro

antonio mexia.jpg


 


 


Mexia: limitar ordenados de gestores seria "ratar migalhas"


 


Estas são as migalhas de que fala:


 


António Mexia recebeu €5.578 brutos por dia no ano passado

O uso das armas químicas

O facto de se condenar o uso de armas químicas na Síria não é o mesmo que aplaudir o ataque dos EUA. A rapidez com que já se concluiu que tinha sido Bashar al-Assad o responsável, aceitando a intervenção dos EUA sem mais explicações e à margem das Instituições internacionais, recorda o que se passou com a manipulação informativa aquando da guerra do Iraque, nomeadamente com a evidência de existência das armas de destruição maciça. Não podemos, no entanto, escamotear que houve, de facto, um horrível ataque com armas químicas.


 


Mas a estratégia do PCP de tentar desviar o assunto que se discute com outros horríveis pecados do adversário, desculpabilizando os seus aliados, é também conhecido, arcaico e desonesto.

07 abril 2017

Do arcaísmo ideológico ainda vivo

O PCP continua a manter as suas costumeiras características de uma cegueira ideológica arcaica. Inacreditável que, perante um inqualificável crime de guerra na Síria, com a utilização de premeditada de armas químicas, não se tenha juntado ao voto de condenação no Parlamento português. Pelo contrário, condena os EUA pelo bombardeamento que se lhe seguiu.


 


É lamentável e incompreensível.

Do choque de Dijsselbloem

Jeroen Dijsselbloem.jpg


 


 


É natural que Dijsselbloem tenha ficado chocado - não estava à espera da frontalidade e da serenidade de Ricardo Mourinho Félix.


 


Ainda bem que temos gente que assim choca os Dijsselbloems do Eurogrupo, o tal que manda e desmanda na Europa.

Do pagamento das dívidas

isaltino.jpg


 


 


Isaltino Morais vai candidatar-se à autarquia de Oeiras. Nunca votei nele nem votarei. Mas nada tenho contra, muito pelo contrário.


 


Isaltino Morais foi julgado, cumpriu a pena de prisão a que foi condenado, pagando com ela a sua dívida à sociedade. Compete pois à população de Oeiras a decisão de o eleger, ou não.

Da inaceitável falta de Justiça

dias loureiro.png


 


 


Soubemos agora que o Ministério Público (MP) decidiu, ao fim de 8 anos, arquivar o inquérito que tinha levantado a Dias Loureiro e Oliveira e Costa, por suspeita de burla ao BPN.


 


Tenho lido algumas declarações a lamentar este arquivamento, pelo facto de considerarem impensável que não se tenham produzido provas nem acusações contra estes dois arguidos, que julgam culpados. Quem assim pensa também se indigna com a injustiça de manter José Sócrates sem acusação formada desde 2014, proclamando a sua evidente inocência e a necessidade de arquivamento do processo.


 


Por mim considero absolutamente intolerável o que se passa com Sócrates e o que se passou com Dias Loureiro e Oliveira e Costa. Não se pode aceitar alguém, independentemente das nossas simpatias pessoais, ideologias políticas ou crenças individuais, esteja em suspenso durante 9 anos, arrastado pela lama e condenado pela opinião pública. Tal como com Sócrates e como tantas vezes ouvimos dizer, as pessoas são inocentes até que se prove o contrário.


 


Ao fim de todo este tempo nunca mais é possível limpar o nome de ninguém. Acusados ou inocentes, Dias Loureiro, Oliveira e Costa e José Sócrates, só para citar estes últimos casos mais mediáticos, arrastar-se-ão pela vida toda com o fantasma da condenação pública. Isso afectou e afectará a sua vida pessoal e profissional, tal como a das pessoas que lhes são próximas.


 


Somos todos de carne e osso. Pensar que podemos depender de uma justiça que funciona desta forma é assustador, pois os inocentes nunca serão inocentados e os culpados nunca serão condenados e punidos.

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...