07 setembro 2014

Riverside



 


 


Down by the river by the boats 
Where everybody goes to be alone 
Where you wont see any rising sun 
Down to the river we will run 

When by the water we drink to the dregs 
Look at the stones on the riverbed 
I can tell from your eyes 
You've never been by the riverside 

Down by the water the riverbed 
Somebody calls you somebody says 
swim with the current and float away 
Down by the river every day 

Oh my God I see how everything is torn in the river deep 
And I don't know why I go the way 
Down by the riverside 

When that old river runs past your eyes 
To wash off the dirt on the riverside 
Go to the water so very near 
The river will be your eyes and ears 

I walk to the borders on my own 
To fall in the water just like a stone 
Chilled to the marrow in them bones 
Why do I go here all alone 

Oh my God I see how everything is torn in the river deep 
And I don't know why I go the way 
Down by the riverside.

É só uma amena cavaqueira...


 


Discutir a dívida pública não significa reestruturação

Both Sides, Now







Rows and flows of angel hair
And ice cream castles in the air
And feather canyons everywhere
I've looked at clouds that way

But now they only block the sun
They rain and snow on everyone
So many things I would have done
But clouds got in my way

I've looked at clouds from both sides now
From up and down, and still somehow
It's cloud illusions I recall
I really don't know clouds at all

Moons and Junes and Ferris wheels
The dizzy dancing way you feel
As every fairy tale comes real
I've looked at love that way

But now it's just another show
You leave 'em laughing when you go
And if you care, don't let them know
Don't give yourself away

I've looked at love from both sides now
From give and take, and still somehow
It's love's illusions I recall
I really don't know love at all

Tears and fears and feeling proud
To say "I love you" right out loud
Dreams and schemes and circus crowds
I've looked at life that way

But now old friends are acting strange
They shake their heads, they say I've changed
Well something's lost, but something's gained
In living every day

I've looked at life from both sides now 
From win and lose and still somehow 
It's life's illusions I recall
I really don't know life at all

I've looked at life from both sides now 
From up and down and still somehow
It's life's illusions I recall
I really don't know life at all


Do chilrear e do chilreio


 


A razão que me fez entrar para a politica foram as pessoas e essa continua a ser a razão para eu estar na politica.


 


Foi em Penamacor que aprendi o valor da palavra dada. Um aperto de mão sela um contrato.
A palavra para mim é muito importante. Na vida e na política.
 


 


A razão que me levou a entrar para a política foram as pessoas.
Nunca me conformei com aquilo que existe.
Nao sonhava ser líder. Sonhava fazer bem às pessoas.


 


Os meus inspiradores são os portugueses


 


Antóno José Seguro

06 setembro 2014

Face desocultada

Fechou-se um ciclo no processo Face Oculta. Demorou muito tempo, tempo demais. Mas, pelo menos, chegou ao fim. Aguardemos o que falta, em recursos e apelos. A Justiça a funcionar.


 


Enquanto não for célere é uma justiça bastante coxa. Mais vale tarde que nunca. Aguardemos a resolução de outros processos que continuam a passo de caracol.

Haja esperança


 


Estive a ouvir aplicadamente as entrevistas de António José Seguro e António Costa à RTP e a de António Costa à TVI (não encontrei nenhuma recente de António José Seguro).


 


As críticas que se fazem a António Costa pelo facto de não apresentar medidas concretas aos problemas que se apresentam têm dois objectivos: um deles é, de facto, tentar perceber o que António Costa pensa e propõe; o outro, bastante versado pelos seus opositores, é a tentativa de que se comprometa com promessas que poderão ser utilizadas para o atacar na próxima campanha para as legislativas.


 


Nesse aspecto acho que António Costa se defendeu bem - propõe uma estratégia para o país, um plano de ideias gerais. A esta distância das próximas eleições, com as eventuais modificações que seriam bem vindas na política europeia, inclusivamente o problema da disciplina orçamental, o incentivo ao emprego, etc., compreende-se a contenção que tem. Por outro lado estará provavelmente a guardar-se para a próxima batalha eleitoral.


 


Mas gostaria muito que se tivesse rebelado contra a pergunta que lhe fez Paulo Magahães, falando da tralha socrática. É revoltante a forma como se tornou corriqueiro o achincalhamento de todos quantos trabalharam e defenderam a política dos governos de Sócrates. O que é a tralha socrática? É Maria de Lurdes Rodrigues, Correia de Campos, Pedro Silva Pereira, Carlos Zorrinho? O próprio António Costa? Seria muito refrescante e higiénico que António Costa se demarcasse das políticas com que não concorda sem aceitar tacitamente o insulto a Sócrates e ao grupo que o apoiou e que com ele trabalhou.


 


Quanto à entrevista que António José Seguro deu a Fátima Campos Ferreira, sinceramente, e bem sei que não sou isenta, foi confrangedora.


 


A sondagem da Aximage e os resultados que vão surgindo da disputa pelas federações no PS, são demonstrativas de que os militantes do PS não estarão assim tão satisfeitos com a liderança de António José Seguro, ao contrário do que os seus apoiantes sempre quiseram fazer crer. Esperemos que a inscrição dos simpatizantes seja mais expressiva e que as primárias sejam bastante concorridas.


 


Enfim, haja esperança - nas primárias e em tudo o resto.


 


Acrescento e esclareço: eu preferiria bastante que António Costa falasse já para o país, que nos enchesse com o que pensa fazer. Acho que prcisamos todos de acreditar que há alternativa a esta esgraça.

Perplexidade


 


Nunca deixará de me surpreender a tendência que as pessoas têm para se crucificarem publicamente. As declarações de Nuno Godinho de Matos, ao assumir que auferia 10 a 12000 euros por ano (60 a 68000 ao todo) para entrar mudo e sair calado das reuniões do conselho de administração não executivo do BES, por saber tanto da actividade bancária como da de calceteiro, serão para nos mostrar estupidez, ingenuidade, falta de vergonha, o quê, exactamente?

A mudez perante o indizível

Timothy Schmalz É frequente ter vontade de escrever a minha indignação pelas várias indignidades a que assistimos diariamente. O mundo mud...