19 janeiro 2013

Jeux Interdits

 



Jeux Interdits

Romance


 Fernando Sor


Narciso Yepes


 

Ainda

 


Vejo cada vez menos televisão e ouço cada vez mais rádio. Pares da República, Governo Sombra, Bloco Central. É tão refrescante ouvir gente inteligente a dizer coisas inteligentes.


 


O que faz António José Seguro ainda na liderança do PS?


 

Sal

 



Salt painting


Dana Jo Cooley


 


 


Um dia de punhos apertados. No teu peito


a irmandade dos povos desabridos desastre


exato e metódico como manto de fado milenar.


 


Habita-nos um pequeno monstro cinzento


que olha e ri das faces demolhadas em banhos de sal.


Ressequidos os montes e cumes de burburinho ocupado


de tantas mãos vazias. Um dia a menos


que a falta do teu peito faz a vida inútil e comprida.


 

13 janeiro 2013

Fundação para a Saúde

 



 


Fundação para a Saúde - Serviço Nacional de Saúde


 


 Debate preparatório do 1.º Congresso da FSNS


Debate: Portugal, Europa e Saúde


Museu do Oriente , Lisboa, 16 Janeiro de 2013


Inscrições: ca@fsns.pt


 


É preciso discutir, trocar ideias, informar e informarmo-nos.


Não nos resignemos à inacção e participemos.


Somos nós a decidir.


 

Fretes

 


Após a análise do Conselho Nacional de Ética e Deontologia Médicas (CNEDM), em relação ao parecer emitido pelo Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) sobre o racionamento de medicamentos, multiplicam-se as demissões mas, espantosamente (ou não), a do Bastonário não é uma delas.


 

Reformar o Estado

 



 


Em democracia a liberdade de expressão e a controvérsia deveriam ser aceites e estimuladas. Em Portugal existe uma espécie de censores, que mudam de lado e de cor consoante o poder da época, que determinam os assuntos em agenda, a forma de os aplaudir ou denegrir e a virulência dos ataques.


 


Esta é a melhor forma de destruir de imediato qualquer medida, atitude, método ou ideia, independentemente da opinião de cada um sobre as mesmas. Foi assim com os governos de Sócrates, sempre que tentaram alguma mudança, nomeadamente na educação na saúde, é assim com este governo, como mais uma vez se demonstra com o mais recente episódio, relativamente ao relatório do FMI.


 


Se foi ou não encomendado pelo governo (que o foi, está dito nas primeira e quinta páginas do documento), se é ou não um documento político (obviamente que o é), se tem ou não erros nos dados de que se serve (pelos vistos tem mais que muitos, o que também é da responsabilidade de quem colaborou na sua elaboração - pág. 5), se não deveria ter sido divulgado e por quem o foi (segundo o Expresso, os relatores ficaram tão surpreendidos como o resto da população), são colaterais à verdadeira e urgente necessidade de se discutir a reforma do Estado.


 


O PS, em vez de se chocar e ofender, com intenções inflamadas e vazias, tem obrigação de promover, participar e esclarecer todos os cidadãos, em todos os fóruns possíveis e aproveitando todas as oportunidades, sobre a sua visão sobre as funções do Estado, quais e como as sustentar. Esse foi um debate que o primeiro governo de Sócrates fez, afrontando interesses instalados e corporações. Essa era uma das clivagens entre o PS e o PSD, que Sócrates mostrou no debate que lembrei no último post.


 


E esta liderança socialista? Qual é a estratégia deste PS para a reforma do Estado? Ou acha que não é necessária? Deixemo-nos de coreografias barrocas (e bacocas), a não ser que sejam apenas para disfarçar a total ausência de alternativas. Pois esse é mesmo o meu receio - que António José Seguro não tenha qualquer pensamento sobre tudo isto.


Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...