Células, agulha fina, meio-líquido, rastreio, automatização, alto grau, FISH, fronteira virtual, caramelos, nuestros hermanos, Badajoz à vista...
Alentejo, nunca mais te vejo. Lisboa, que o tempo passa mas não voa.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Células, agulha fina, meio-líquido, rastreio, automatização, alto grau, FISH, fronteira virtual, caramelos, nuestros hermanos, Badajoz à vista...
Alentejo, nunca mais te vejo. Lisboa, que o tempo passa mas não voa.
Antes de mais devo agradecer e encaminhar este honroso prémio. Nem sempre estou para pensar, Donagata, mas ainda bem que te provoco.
São muitas as pessoas que me interpelam e me motivam, estranhas, felizes, mordazes ou dramáticas, mas a indicação é para uma mulher.
Pois bem experimentem, se é que já não conhecem, ler e sentir os textos de Ana de Amsterdam. É dos que viciam.
O telejornal da RTP1 fala, há longuíssimos minutos, de uma forma séria e circunspecta, de futebol, de Pinto da Costa, de pontos que se tiram, de Valentim Loureiro, etc. E estão lá vários comentadores e jornalistas, a discutirem todo este tão importante problema, em que se fala de coragem e de batalha jurídica.
Isto no dia em que Cavaco Silva ratificou o Tratado de Lisboa, aquela chinesice que não tem interesse nenhum, que não é compreensível para o cidadão comum, ou para o adepto comum, segundo outro comentador de que desconheço o nome.
Enfim, estamos de fim-de-semana.
Tenho estado sem internet, portanto não tem sido possível postar. É incrível como a internet se tornou uma necessidade tão absoluta como o telefone, ou mesmo a electricidade. Ontem se por acaso não tivesse gravado umas imagens numa pen, não teria feito um trabalho para hoje de manhã.
Não é uma obsessão de José Sócrates. A internet é o futuro no trabalho, nas comunicações, no conhecimento e informação, e em tantos outros domínios que nem desconfio.
Enfim, hoje o cansaço vence-me.
(pintura de Susilowati: simple painting of mother and chlid)
Acerto o passo pelo teu, mãe.
Mesmo que perdida nas dobras do passado
aqui te espero na borda do presente.
Acerto o carinho pelo espaço que ocupas, mãe.
Mesmo que nas sobras dos sorrisos passageiros
aqui te espero no silêncio do amparo.
Todos os dias te rendo homenagem, minha mãe, e ela engrandece diariamente desde o dia em que alguém me chamou, pela primeira vez, mãe.
(pintura de Graça Morais)
Las manos Eduardo Kingman Aos poucos vou mudando a casa, vou adaptando o espaço à minha pessoa. Reduzir coisas e coisas e coisas. Clarear,...