
Erramos pelo poema, peregrinos
em busca das palavras que se escapam
ao silêncio da voz aprisionada.
Erramos pelo mundo, penitentes
por pecados que nos dedos viajantes
nos embalam como luz enfeitiçada.
Queremos e corremos,
sem dor ou método, vivemos
do amor com que matamos e morremos.
Outro diálogo (com a Ana Luísa) - irrepetível e obrigatório!
(pellegrini)


