
Mesmo que tudo me faltasse
nunca me faltaria o teu braço
que me apoiasse,
o teu corpo que me vestisse.
Mesmo que tudo me sobrasse
nunca me sobraria o teu espaço
onde poisasse
o resto da alma que resistisse.
(Pintura de Gustav Klimt: o beijo)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
E assim fica provada a eficiência da "Naturoterapia"!
ResponderEliminarSofia,
ResponderEliminarTenho andado ausente dos comentários no teu blog, mas nunca nas visitas...
Este poema é simplesmente...
Parabéns.
Obrigada, Hugo.Também frequento assíduamente o teu blogue. E gosto. Mesmo muito.
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