13 maio 2017

Dos intervalos recriativos

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Estrasburgo é uma cidade muito bonita, acolhedora, de uma cor ocre acastanhada, casas típicas alsacianas, muito bem cuidadas, muita gente na rua, flores e mais flores, cafés, brasseries, restaurantes, esplanadas. As pessoas tem um aspecto próspero sem luxo nem sofisticação demasiados. É um sítio onde parece viver-se bem e normalmente.


 


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A catedral (Catedral de Nossa Senhora de Estrasburgo) é deslumbrante. Repentinamente saídos de uma rua lateral, damos com a enormíssima fachada, toda esculpida e rendilhada, que esmaga pelo esplendor. Lá dentro há um relógio astronómico, semelhante ao de Praga, que é uma maravilha. É a terceira versão do mesmo, datando a primeira de 1352 / 1354. As ruas são encurvadas, deixando entrever ao longe as fachadas das casas. De vez em quando pinga mas a temperatura está mesmo boa para passear. Entramos na livraria Kleber, numa das esquinas da praça do mesmo nome, e quase nos perdemos. Muitos e belos livros, dispostos por colecções, por autores, por temas, ficção, não ficção, história, romance, política, banda desenhada, enfim, uma perdição.


 


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Depois de alguns quilómetros a pé, temos direito a uns éclaires numa Pâtisserie digna do mesmo nome. À noite provámos a tarte flambée, parecida com uma pizza, e um croque-monsieur (uma espécie de tosta mista), acompanhadas por uma cerveja de seu nome Rouge Kasteel – forte, mas muito boa, ideal para acabar o dia.


 


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