Tenho ouvido muita rádio enquanto, todas as manhãs e todos os fins de tarde, me encaminho de casa para o trabalho e do trabalho para casa.
Gosto muito deste bocadinho, principalmente de manhã, em que aqueles 40 minutos me preparam para o dia. Por isso estou, neste momento, mais ou menos a par dos últimos hits.
Tão jovens, que jovens são. Ou serão apenas os meus olhos de mais idade que a todos consideram filhos, com a complacência, o espanto e a reverência que nos suscita a juventude, bela e atrevida mas ao mesmo tempo frágil e num desequilíbrio de grandeza e insegurança que enternece de imediato.
São jovens deuses que adoramos na perfeição que ainda nos não é completamente alheia e que quase incorpora uma promessa de eternidade.
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