Escultura de barco na praia de Stonehaven
Alguma coisa diferente na praia deste ano, alguma coisa de abandono, de melancólico, de apreensivo. Não as pequenas ondas de mar frio e brando, não a areia fina e limpa, não o vento que se levantava pelo meio-dia, não as cores vivas das bolas, dos fatos de banho, dos guarda-sóis.
Era o silêncio. A falta de gritos da criançada, a ausência das risadas da juventude, a inexistência dos pregões a oferecerem bolos, água, gelados, a música calada, os tagarelas mudos.
A praia cumpria-se, como em todos os Verões, mas neste mais triste, mais parada, mais apática, mais introspectiva.
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