Exagero o corpo por dentro de mim
exagero os dedos as balas os dentes
exagero os nervos num frenesim.
Encolho os olhos dentro da garrafa
sem fricção do mundo sopros de nada
faço do corpo casa de Aladim.
Espero por dentro sossego de monstro
estrela dolente lenda esquecida
por sapo beijada bela por fim.
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