10 janeiro 2010

A mecânica da calúnia

 



 


Pacheco Pereira continua a desenvolver a tese da asfixia democrática na blogosfera, protagonizada pelos empregados do governo que pululam em blogues colectivos, a coberto do anonimato.


 


E já os conseguiu identificar, aos blogues, assim como já lhes traçou os perfis, aos empregados que pululam – pretensos intelectuais à esquerda do PS que acham que gozam da impunidade de quem tem o poder.


 


Também lhes descodificou o estilo, feito de uma caterva de insultos, destruição dos adversários a golpes de calúnias.


 


O mais extraordinário é que tudo o que Pacheco Pereira diz acontece a quem se atreve, na blogosfera, a defender as políticas do governo, a insurgir-se contra as calúnias e os ataques ad hominem a que se sujeitam, às campanhas negras de destruição do carácter de todos os que pensam que vivem em democracia e que podem exprimir livremente as suas opiniões.


 


(Também aqui)


 

2 comentários:

  1. E com esta degenerescência vai-se mais uma ilusão que é possível que haja luta política com outro estilo…

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  2. Continuo a ler interessadamente o seu blogue,que "puxei"para os Favoritos.Permito-me apenas assinalar como começaram a aparecer referências a "campanhas negras",um erro semântico.
    Antes de aparecerem (em Sócrates ?...)eu fiz um post em que explicava ("by the book",no caso do E.M.E...)que havia 3 tipos de PROPAGANDA: A BRANCA,que "diz ao que vem",e POR QUEM, a CINZENTA,que "fala"por linhas paralelas,digamos assim,podendo,ou não dizer a origem,e a NEGRA,que oculta "a mão que atira a pedra".Sócrates,ou alguém por ele,"comprou"o conceito,trocando,no entanto,"propaganda" por "campanha"A Sofia obterá com facilidade "the books"...
    Cumprimentos calorosos."kyaskyas"

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