Jaime Ramos caminha mais devagar, olha o vazio em baixo das pontes, escreve os caminhos das montanhas, os caminhos que o levam até onde não quer ir.
Jaime Ramos está mais silencioso, ouve mais as vozes que se fixaram à sua pele, conhece bem o que não sabe que se passou, conhece melhor o que sabe que se passará.
Jaime Ramos envelhece e nós caminhamos, mais devagar, a seu lado.
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