Manuela Ferreira Leite tem gerido as suas funções como líder do PSD, não gerindo.
A ideia peregrina de tornar a dar o dito por não dito no caso dos investimentos públicos, leia-se TGV e novo aeroporto, por parte de quem teve responsabilidades políticas e executivas na decisão de avançar, e na definição dos traçados e das localizações, é mais uma machadada na credibilidade dos actores políticos.
E as novas palavras de ordem como emergência social não justificam nada. O mais triste é que ninguém acredita que esta posição seja ditada por convicções mas apenas por oportunismo político.
Será esta a credibilidade que se quer contrapor a Sócrates?
Vai ser interessantíssimo observar Pacheco Pereira e António Costa na Quadratura do Círculo, muito interessante mesmo.
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