Foi hoje assinado o Tratado de Lisboa, objectivo mais importante e quase único da Presidência Portuguesa da União Europeia. Portugal, pelas mãos do seu Primeiro-Ministro, cumpriu a sua promessa para com a Europa.
Esperemos que o Primeiro-Ministro também cumpra a promessa que fez aos portugueses que o elegeram e marque o referendo para ratificar, ou não, o Tratado de Lisboa.
O argumento falacioso e desonesto de que quem é a favor do referendo é contra o tratado vai fazendo caminho, de forma a poder conotar-se o reaccionarismo anti-europeu e o revivalismo nacionalista, de direita e de esquerda, com a defesa do “não” ao referendo.
O anúncio da realização do referendo é apenas a demonstração do respeito devido aos cidadãos e um exercício prático de democracia: convencer as pessoas da bondade do projecto para que elas o aprovem.
Esperemos que o Primeiro-Ministro também cumpra a promessa que fez aos portugueses que o elegeram e marque o referendo para ratificar, ou não, o Tratado de Lisboa.
O argumento falacioso e desonesto de que quem é a favor do referendo é contra o tratado vai fazendo caminho, de forma a poder conotar-se o reaccionarismo anti-europeu e o revivalismo nacionalista, de direita e de esquerda, com a defesa do “não” ao referendo.
O anúncio da realização do referendo é apenas a demonstração do respeito devido aos cidadãos e um exercício prático de democracia: convencer as pessoas da bondade do projecto para que elas o aprovem.
Este primeiro-ministro é para uso externo, não se pode engolir...
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