Fim de tarde saboreando palavras, gestos, cada um absorvendo os tons, respirando a calma dos poemas.Poesia clara, verde e terra, de luz, de frémitos, descobertas, fragmentos de natureza.
Membros de uma comunidade virtual, juntos em real comunhão.
Abocanhar a terra,
molhada do orvalho da manhã;
Mordê-la, triturá-la nos dentes
até à dor.
Esperar pacientemente a Primavera
e sorrir à flor
que nascerá na boca
(poema de Vasco Pontes – dovoar)
Olá sofia,
ResponderEliminar... foi bonita a festa, pá. que fazemos sem alarde, a ver se não nos impedem.
Fiquei muito contente por teres ido. E agora mais, por teres gostado.
Beijos