15 novembro 2007

A flor na boca

Fim de tarde saboreando palavras, gestos, cada um absorvendo os tons, respirando a calma dos poemas.

Poesia clara, verde e terra, de luz, de frémitos, descobertas, fragmentos de natureza.

Membros de uma comunidade virtual, juntos em real comunhão.


Abocanhar a terra,
molhada do orvalho da manhã;
Mordê-la, triturá-la nos dentes
até à dor.
Esperar pacientemente a Primavera
e sorrir à flor
que nascerá na boca


(poema de Vasco Pontesdovoar)

1 comentário:

  1. Vasco Pontes16:48

    Olá sofia,
    ... foi bonita a festa, pá. que fazemos sem alarde, a ver se não nos impedem.
    Fiquei muito contente por teres ido. E agora mais, por teres gostado.
    Beijos

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