16 setembro 2007

Rentrée

Estamos na rentrée. Para quase todas as actividades Setembro é um recomeço.

O PS e Sócrates estão no governo há 2 anos e meio. Falta meia legislatura.

Gostaria de ouvir o primeiro-ministro a fazer o balanço destes primeiros anos, comparando o que foi prometendo com o que foi cumprindo, área por área, atitude por atitude, ministério por ministério, com datas, números, percentagens e tudo.

Gostaria depois de ouvir a avaliação do trabalho feito, a análise do que correu bem, do que correu mal, porquê e como se vai corrigir, o que falta atingir e as estratégias para o conseguir.

Em todas as actividades há planos de actividades e relatórios de actividades.

No meio de todo o ruído de fundo, de toda a retórica partidária, gostava de ouvir o PS a debater as grandes questões nacionais, a exigir do governo que apoia, a exigir de si próprio compromisso e seriedade.

Já estamos a meio de Setembro.

7 comentários:

  1. impaciente15:58

    Vou aproveitando uma breve escala para ter uns ecos da "rentrée"!
    Quando voltar, em Outubro, já tudo deve ter "rentrado" fora dos eixos...

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  2. Mar Arável17:24

    Com respeito pela sua indignação

    que tambem comungo.


    Acho que bem podemos esperar.

    Por mim estou esclarecido
    desde a tomada de posse

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  3. Eu também gostaria. Mas sei que isso só acontecerá quando a rentrèe tiver lugar no mês de "Oitembro"...

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  4. carlos freitas22:05

    Planos há, actividades igualmente. O problema é que o país sobrevive do aumento da carga fiscal sobre a classe média e transformou os funcionários públicos em bodes expiatórios da azelhice dos políticos nos últimos trinta anos!

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  5. Para fazerem como alguns que conhecemos, mas vale eatarem quietos! e não te assustes que não me refiro aos teus, que sempre os fizeste e exemplares.

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  6. Sofia Loureiro dos Santos20:52

    Obrigada pelos comentários. Estamos pouco habituados a fazer avaliações internas e externas. São importantíssimas, para modificar procedimentos incorrectos e promover e louvar os correctos. Mas a luta política assenta nas premissas da memória curta e da preguiça dos eleitores.

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  7. Sofia Loureiro dos Santos21:25

    Obrigada PB.

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