Hoje, como de costume, antes de tomar o meu café com jornais, fui comprar os ditos. Os cafés do bairro resolveram fechar todos ao mesmo tempo, portanto recorri a uma espécie de centro comercial, onde há muitos cafés e uma loja que vende jornais, revistas e tabaco (vão escasseando).
Mecanicamente, peguei nos jornais que habitualmente compro, paguei e, quando me sentei preparando-me para saborear o DN, defrontei-me com o logótipo do Sol. Fiquei embasbacada, irritada e humilhada com este erro de confusão jornaleira.
Depois de suspirar silenciosamente, entristecida com a minha galopante senilidade, folheei o Sol, com alguma curiosidade, pois quando ele saiu achei-o péssimo.
Não melhorei a minha opinião sobre o Sol. O pior é que, lendo o DN online, fiquei a perceber uma das causas da minha confusão: é que os jornais estão cada vez mais iguais, desde o formato, às cores, ao estilo, aos títulos, às notícias.
Estou com senilidade galopante, mas os jornais estão de uma futilidade esmagadora, inúteis, entediantes e totalmente normalizados.
Mecanicamente, peguei nos jornais que habitualmente compro, paguei e, quando me sentei preparando-me para saborear o DN, defrontei-me com o logótipo do Sol. Fiquei embasbacada, irritada e humilhada com este erro de confusão jornaleira.
Depois de suspirar silenciosamente, entristecida com a minha galopante senilidade, folheei o Sol, com alguma curiosidade, pois quando ele saiu achei-o péssimo.
Não melhorei a minha opinião sobre o Sol. O pior é que, lendo o DN online, fiquei a perceber uma das causas da minha confusão: é que os jornais estão cada vez mais iguais, desde o formato, às cores, ao estilo, aos títulos, às notícias.
Estou com senilidade galopante, mas os jornais estão de uma futilidade esmagadora, inúteis, entediantes e totalmente normalizados.
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