Mais uma vez, para entrar em vigor a 1 de Agosto, é publicado um decreto-lei que ninguém percebe muito bem qual a ideia nobre que o gerou. O objectivo é claro: reduzir custos. Mas à custa de quê, com que planeamento, negando autonomia aos Concelhos de Administração dos hospitais, empresarializados ou não, à custa de que peregrina ideia de poupança ou de regularização o sector?
Não se entende o enquadramento, que gestão de recursos humanos se pretende, que filosofia de serviços, a que cuidados de saúde estão a guiar este tipo de medidas avulsas e sub-reptícias, para começarem a funcionar na época em que a falta ou a má gestão do pessoal de saúde mais se faz sentir.
Correia de Campos cada vez se parece mais com um elefante numa loja de cristais.
Não se entende o enquadramento, que gestão de recursos humanos se pretende, que filosofia de serviços, a que cuidados de saúde estão a guiar este tipo de medidas avulsas e sub-reptícias, para começarem a funcionar na época em que a falta ou a má gestão do pessoal de saúde mais se faz sentir.
Correia de Campos cada vez se parece mais com um elefante numa loja de cristais.
A propósito, ler também Autonomia, onde ficas? (Saúde SA) e manta de retalhos (que raio de saúde a nossa).
Sem comentários:
Enviar um comentário