Alberto João Jardim tornou, infelizmente, a mostrar o cimento carnavalesco de que é feito.Em cerca de 15 minutos, com uma solenidade de palhaço em desgraça, insultou os órgãos de soberania nacionais, por certo esquecendo-se que ele também é português, os socialistas madeirenses, os seus companheiros de partido, visto que justificou a sua recandidatura por palavras em que enxovalhava todos os outros potenciais candidatos do seu próprio partido. Clamou contra a quebra de solidariedade do país, esquecendo-se da falta de solidariedade que ele demonstrou sempre ao gastar mais do que podia.
Enfim, fez muito barulho, grande estardalhaço, mas não explicou como, depois de legitimado pelo voto dos madeirenses e dos porto-santenses, vai combater o governo central.
Eu aposto na declaração simultânea de secessão de guerra, entre o Soberano Reino da Madeira e Porto Santo contra a República Portuguesa.
Que tristeza!
Guerra?
ResponderEliminarDepois daquela que travaram o alecrim e a manjerona, só se quiserem confrontar a semelha e os nabos... que ainda vão neste Carnaval jardinesco!
Olá, Sofia! Estou de casa nova :)
ResponderEliminarwww.traversuras.blogspot.com
brigado pelo carinho!
[]´s