
Não sei como aqui cheguei, por caminhos direitos, claros, desimpedidos, não sei como desemboquei neste labirinto.
À volta árvores enormes e sussurrantes, fios de luz filtrada, como o ar que asfixia, como a água que falta.
Avanço por tortos, escuros e silenciosos corredores. Não sei onde vou chegar, se há algum lugar aonde ir.
Vou caminhando até me habituar a ver para lá do medo.
À volta árvores enormes e sussurrantes, fios de luz filtrada, como o ar que asfixia, como a água que falta.
Avanço por tortos, escuros e silenciosos corredores. Não sei onde vou chegar, se há algum lugar aonde ir.
Vou caminhando até me habituar a ver para lá do medo.
Estamos no Outono, mas ainda aí vem o Verão de S. Martinho...
ResponderEliminarQue venha depressa, doce e quentinho!
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