12 outubro 2006

Floresta negra


Não sei como aqui cheguei, por caminhos direitos, claros, desimpedidos, não sei como desemboquei neste labirinto.

À volta árvores enormes e sussurrantes, fios de luz filtrada, como o ar que asfixia, como a água que falta.

Avanço por tortos, escuros e silenciosos corredores. Não sei onde vou chegar, se há algum lugar aonde ir.

Vou caminhando até me habituar a ver para lá do medo.

2 comentários:

  1. impaciente portugues22:44

    Estamos no Outono, mas ainda aí vem o Verão de S. Martinho...

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  2. Sofia Loureiro dos Santos15:19

    Que venha depressa, doce e quentinho!

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