
Ser contra a lei da paridade que o PS (e o Bloco de Esquerda) quer aprovar e que Cavaco Silva vetou não é ser de direita. Ser contra a descriminação (mesmo a positiva) não é ser de direita.
Não concordo com as quotas e acho uma hipocrisia tentar impor-se a participação das mulheres na política por meios que as diminuem.
Se os partidos de esquerda querem promover a igualdade de oportunidade entre os géneros, promovam a flexibilização dos horários das reuniões políticas, alterem as regras dos partidos que funcionam como clubes de confraternização masculina.
Acabem com a censura aos homens que têm que ir com os filhos ao médico, ou às reuniões da escola, ou buscá-los aos infantários.
Se libertarem as mulheres das tarefas que lhes são impostas, apenas pelo facto de serem mulheres, talvez elas mostrem mais interesse na política.
(pintura de Ogambi: carrying water with children)
Concordo.
ResponderEliminarVisão eslarecida do problema, tal como no post anterior.
Blogue interessante.
Tal e qual. Subscrevo na íntegra.
ResponderEliminarEra tão bom que assim fosse não era...
ResponderEliminarFosse para as mulheres, ou para qualquer pessoa com filhos que tenha resolvido tê-los soziha, para que pudesseparticipar activamente na vida pública.
Mas será que isso interessa aos partidos, ou interessará mais parecer que lhes interessa não querendo mudar nada?
Não sei se interessa aos partidos, houdinni, mas de certeza que nos interessa a nós!
ResponderEliminarAs mulheres portuguesas, assim como os homens, não há diferença entre géneros, neste particular, têm que deixar de dizer mal e passar a fazer bem.
Obrigada a todos pelos comentários.