
Tudo o que escrevo
é a transcrição
de bases alinhadas lado a lado,
duma dupla hélice
de amor e carne
que se abre,
não sei por que ordem
ou por que código secreto,
para ser copiada
e replicada,
repetida e disciplinadamente
até que o infinito
dê por finda
a minha vida.
bendito este dia malvado que te inspirou assim
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