
Fui ontem à FNAC, como quase todos os sábados. É quase uma peregrinação semanal. Procurei, entre os livros de poesia lusófona, livros de José Craveirinha. Não encontrei um único.
José Craveirinha, para além de ser um excelente poeta moçambicano, foi prémio Camões em 1991. Quando morreu, como de costume, traçou-se um panegírico dele e da sua obra. Nessa altura, encontravam-se livros dele à venda.
Dois anos depois, parece que nem existiu.
É difícil perceber os critérios de aquisição, stock e exposição de livros de algumas livrarias. Gosto da FNAC mas, ou quero um livro que acabou de sair e/ou que está a ser badalado, ou então não há.
Parece a lógica do hipermercado do livro.
José Craveirinha, para além de ser um excelente poeta moçambicano, foi prémio Camões em 1991. Quando morreu, como de costume, traçou-se um panegírico dele e da sua obra. Nessa altura, encontravam-se livros dele à venda.
Dois anos depois, parece que nem existiu.
É difícil perceber os critérios de aquisição, stock e exposição de livros de algumas livrarias. Gosto da FNAC mas, ou quero um livro que acabou de sair e/ou que está a ser badalado, ou então não há.
Parece a lógica do hipermercado do livro.
neste caso o que parece é. eu já sou vou à FNAC quando preciso de comprar por atacado
ResponderEliminarDiz uma canção dos Stranglers "Everybody loves you when you're dead". E é bem verdade. Uma vez morto e enterrado todo o ser humano se torna mais fácil de amar. Já não vai desiludir mais ninguém a partir daqui...
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