Ministro da Defesa anuncia 6088 promoções
Uma decisão deste governo, diz Aguiar Branco, datada de 2011. Por acaso só agora vai ser concretizada.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Ministro da Defesa anuncia 6088 promoções
Uma decisão deste governo, diz Aguiar Branco, datada de 2011. Por acaso só agora vai ser concretizada.
Na filosofia editorial de alguns jornais todos os meios servem para atingir determinados fins, políticos, neste caso.
A qual Maria de Lurdes os leitores associam imediatamente esta notícia?
E para esclarecer os atónitos incrédulos, se clicarmos no título somos direccionados para um outro, ainda mais chamativo, e que nos sustenta ainda mais as nossas suspeitas:
Ao rolarmos a página podemos ler, enfim, o texto que, apenas no 3º parágrafo, desvenda o apelido da Maria de Lurdes:
E descobrimos que, afinal, não era Maria de Lurdes Rodrigues a falsificadora das qualificações.
Alguém acredita que foi por acaso? Que importância tem esta notícia, a não ser a de induzir os incautos ao erro, criando histórias e lançando boatos sobre uma figura pública controversa como Maria de Lurdes Rodrigues, numa época de campanha eleitoral e em que a direita tenta intoxicar a opinião pública, desacreditando todos os protagonistas do PS?
(...) Porém, nesse lugar - Milão, hoje - onde o mundo glorifica a comida, Portugal não está presente. Não tem pavilhão, nem banca, nem um simples papelinho distribuído à entrada: "Olá, vocês não se lembram, mas já nos conhecemos. Foi Portugal que vos apresentou a/o [e aí o folheto diria o nome dum tubérculo, dum fruto, dum cereal]..." Aos brasileiros deu o café para conversar; à China e à Índia, a batata; e vindo dos Andes, o chili pepper, o jindungo que, passando pelo Brasil, deu sentido às sopas tailandesas e coreanas. Reparem, nem falo da paprica húngara - só reivindico as entregas diretas. A Budapeste, o picante só chegou depois de passar pela Turquia, trazido da Índia, onde, em Goa, os portugueses tinham metido o jindungo no vindaloo. Leiam alto e descubram a origem da palavra: "vinha-d"alho"... O vindalooencontrei-o, também deturpado, em Trindade e Tobago e no Havai. (...)
(...) O pavilhão da Santa Sé, na Expo 2015, diz que a comida é também assunto de rituais e símbolos. Claro. E os portugueses foram apóstolos do valor sagrado do pão, espalharam-lhe a palavra e os sabores. O governo português diz que não temos pavilhão porque não temos dinheiro. É falso. Não estamos lá porque quem decidiu é pobre de espírito. Não merece Portugal.
Joni Mitchell
Ana Moura
Jane Monheit
A case of you
Just before our love got lost you said
"I am as constant as a northern star"
And I said "Constantly in the darkness
Where's that at?
If you want me I'll be in the bar"
On the back of a cartoon coaster
In the blue TV screen light
I drew a map of Canada
Oh Canada
With your face sketched on it twice
Oh you're in my blood like holy wine
You taste so bitter and so sweet
Oh I could drink a case of you darling
Still I'd be on my feet
oh I would still be on my feet
Oh I am a lonely painter
I live in a box of paints
I'm frightened by the devil
And I'm drawn to those ones that ain't afraid
I remember that time you told me you said
"Love is touching souls"
Surely you touched mine
'Cause part of you pours out of me
In these lines from time to time
Oh, you're in my blood like holy wine
You taste so bitter and so sweet
Oh I could drink a case of you darling
And I would still be on my feet
I would still be on my feet
I met a woman
She had a mouth like yours
She knew your life
She knew your devils and your deeds
And she said
"Go to him, stay with him if you can
But be prepared to bleed"
Oh but you are in my blood
You're my holy wine
You're so bitter, bitter and so sweet
Oh, I could drink a case of you darling
Still I'd be on my feet
I would still be on my feet
Erwin de Vris Aguardo. A música varre o tempo amena a brisa que consola. Aguardo a voz de quem se esconde a terra aprisionada ...