A não perder, no dia 14 de Dezembro, este livro de divulgação científica de José Lopes da Silva e Palmira Ferreira da Silva. Todos feitos de átomos lá estaremos, demonstrando as inúmeras ligações.
(Também aqui)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
A não perder, no dia 14 de Dezembro, este livro de divulgação científica de José Lopes da Silva e Palmira Ferreira da Silva. Todos feitos de átomos lá estaremos, demonstrando as inúmeras ligações.
(Também aqui)
Para quem frequentemente se esquece do que é a liberdade, fazendo comparações entre a ditadura e os dias de hoje, assim como os saudosistas do regime emergente do PREC, talvez valha a pena recordar que o que lhes permite ter essa liberdade de expressar indignação e exasperação, de forçar esse tipo de comparações e falar tanto da asfixia democrática sem ficarem asfixiados, se deve à revolução de Abril de 1974 e à contra-revolução de Novembro de 1975.
As escutas ilegais, as pressões políticas, a política do vale tudo, tiveram nesta data fortes e corajosos opositores. Convém fazermos tudo para que esses valores perdurem.
A liberdade é frágil.
(Também aqui)
Continuo a acompanhar interessada e calmamente, as negociações entre o Ministério da Educação e os sindicatos dos professores.
(Também aqui)
Gostaria de saber qual vai ser a leitura que os directores dos jornais que veicularam informações falsas, como a existência de escutas em que Armando Vara pedia 10.000€ para traficar influências, ou a recusa do Juiz de Aveiro em acatar as ordens do Procurador-Geral da República, por exemplo, vão fazer da sua credibilidade informativa, do serviço que prestam aos cidadãos, e quais as consequências destes factos. Ou será que apenas os políticos devem assumir as responsabilidades dos seus erros?
(Também aqui)
Fiquei a saber, pelo programa Prós & Contras, que os Juízes e Magistrados têm um viver quase monástico, uma sabedoria de pendor divino, imunes a qualquer pressão, impermeáveis a qualquer emoção, apenas atentos à lei e aos processos. Fiquei a saber que um dos motivos pelos quais a Turquia não podia aderir à União Europeia era a ausência de sindicatos de juízes e magistrados. Fiquei também a saber que não se interrompe um Juiz, empanturrado de importância, porque ele ou lavra sentença ou abandona a sala.
Assisti a um ilustre Professor de Direito que, por reconhecer a excelências dos magistrados portugueses, a sua hombridade e dedicação pública, embora não fosse capaz de negar a autoridade do Procurador-Geral da República, defendeu que as decisões do mesmo fossem questionadas, discutidas e validadas na praça pública, pois o povo tinha o direito de saber o que teria levado dois juízes independentes a supor que o Primeiro-Ministro atentasse contra o estado de direito.
Constatei a unanimidade de todos os presentes em assumir a falta de qualidade das leis.
Assisti ontem a um debate assustador, pela crueza e violência da sensação de que não vivemos num estado que respeite o direito das pessoas, mas num estado que usa o direito e contra as pessoas e com objectivos políticos.
(Também aqui)
Sábado Há sempre uma forma mais ou menos enviesada de falar de coisas pouco simpáticas. Além disso, hoje em dia privilegiam-se epítetos mais...