Gostaria de ter visto, ou ouvido, ou lido, alguns dos que apressadamente concluíram a existência de obscuros e lucrativos negócios entre o governo e as entidades privadas de saúde, na altura em que se noticiou a reorganização das urgências hospitalares, comentarem esta notícia do DN.
Afinal o negócio não é assim tão bom para os privados. Pelos vistos eles não tencionam investir nessas zonas. Até as Misericórdias vão ponderar.
Se a reorganização do serviço público está a ser ou não bem feita, é discutível. Agora os seus objectivos não me parecem assim tão tenebrosos e tão favoráveis aos interesses privados, como alguns anunciavam.
Afinal o negócio não é assim tão bom para os privados. Pelos vistos eles não tencionam investir nessas zonas. Até as Misericórdias vão ponderar.
Se a reorganização do serviço público está a ser ou não bem feita, é discutível. Agora os seus objectivos não me parecem assim tão tenebrosos e tão favoráveis aos interesses privados, como alguns anunciavam.




