Eu sou apologista de fazer balanços. Penso mesmo que é inevitável. Podem utilizar-se datas certas ou irregulares, fazer balanços cíclicos ou esporádicos, mas todos nós fazemos balanços dos mais diversos aspectos da vida, diariamente, pois é assim que tomamos decisões.Para mim este ano que passou foi de grandes mudanças e emoções. Difícil mas estimulante, acabaram-se umas coisas e começaram-se outras.
Se calhar quem mudou mais até fui eu. Temos tendência a atribuir as alterações da nossa vida a estímulos exteriores, mas a verdade é que nós também mudamos a forma de olhar e valorizar os acontecimentos, as pessoas, a importância e prioridade dos primeiros, os valores e princípios das segundas.
As mudanças fazem-se após momentos de crise e revolução interior. Em nós, em termos orgânicos e comportamentais, tal como nas sociedades que construimos e conservamos.
Talvez o país vá mudar, pois está já em crise há demasiado tempo. Quem sabe se 2008 não será o ano da verdadeira, radical, estimulante e esperançada mudança?
(escultura de Ron Whitacre: balance)
Pelos balancetes que fomos fazendo, a previsão de um balanço positivo é mínima e as novas expectativas não são famosas.
ResponderEliminarLá
ResponderEliminaronde
o mar
é infinito
não será 2008
Bjs
Por falar em mudanças, parece-me que os nossos governantes têm uma propensão acentuada para verem uma 5ª... numa marcha-atrás!
ResponderEliminarPéssimos condutores!!!
bom ano 2008!
ResponderEliminarEntre as coisas de que gostei muito em 2007 figura o seu belo livro, Sofia.
ResponderEliminarOs melhores votos para 2008!
Muito obrigada a todos. Bom ano de 2008!
ResponderEliminarPara quem vê de fora, o teu ano de 2007 averbou um balanço muito positivo. Que 2008 termine com um balanço ainda melhor.
ResponderEliminarLS