Gostaria de ter visto, ou ouvido, ou lido, alguns dos que apressadamente concluíram a existência de obscuros e lucrativos negócios entre o governo e as entidades privadas de saúde, na altura em que se noticiou a reorganização das urgências hospitalares, comentarem esta notícia do DN.
Afinal o negócio não é assim tão bom para os privados. Pelos vistos eles não tencionam investir nessas zonas. Até as Misericórdias vão ponderar.
Se a reorganização do serviço público está a ser ou não bem feita, é discutível. Agora os seus objectivos não me parecem assim tão tenebrosos e tão favoráveis aos interesses privados, como alguns anunciavam.
Afinal o negócio não é assim tão bom para os privados. Pelos vistos eles não tencionam investir nessas zonas. Até as Misericórdias vão ponderar.
Se a reorganização do serviço público está a ser ou não bem feita, é discutível. Agora os seus objectivos não me parecem assim tão tenebrosos e tão favoráveis aos interesses privados, como alguns anunciavam.
Desejo-lhe um Bom Ano 2008 e que continue a presentear-nos com a sua especial sensibilidade.
ResponderEliminarAs Entidades privadas de saúde visam antes de tudo o lucro, se não fosse assim iriam investir em supermercados ou em casinos.
ResponderEliminarAo Estado compete cumprir um serviço social sem uma visão economicista a condicioná-lo.
Tenebrosos ou mão os desígnios do Estado nesta matéria, são pelo menos estranhos, principalmente pelas coincidências que se verificaram nos últimos tempos: Fecham-se bancos de hospitais e inauguram-se hospitais de Bancos.
Um ano novo muito feliz para si.