Paulo Gorjão, do Bloguítica, referiu-se ao meu “post” anterior, dizendo-se espantado pelas ilações que nele tirei relativamente à sua opinião sobre o trabalho de Correia de Campos como Ministro da Saúde.
De facto não foi apenas aquele texto que me levou a tirar essas ilações. Se não estou em erro, de há 1 ano para cá, as únicas vezes que Paulo Gorjão se tem referido a Correia de Campos têm sido num tom crítico, tendo-se as críticas agrupado no último mês, porque nos restantes, mais uma vez se não me engano, Paulo Gorjão foi omisso em relação ao Ministério e ao Ministro da Saúde. Como ele próprio me esclarece (e se calhar não só a mim), não criticou a liberalização da venda de medicamentos que não necessitam receita médica, o encerramento das maternidades ou a reestruturação das urgências. Não criticou, não aplaudiu, não comentou. Talvez por isso, pelos vistos abusivamente, interpretei as suas críticas como opinião pouco favorável.
Até porque tenho de Paulo Gorjão a ideia de um homem bem informado e interventivo, pelo menos na blogosfera, que não se esquece dos assuntos que questiona, e que os persegue sem descanso, até obter uma resposta. Tem sido assim com o MIT, com a notícia errada do DN sobre o novo Procurador-Geral da República. Por outro lado, do elenco governativo, tem particular atenção às actuações de alguns ministros (Freitas do Amaral, António Costa, Manuel Pinho e, mais recentemente, Correia de Campos).
Relativamente às teorias da conspiração, devo confessar que as adoro, mais de umas do que de outras, claro. Por exemplo, intriga-me que, perante a sua insistência em criticar António Costa pela má época de incêndios, não tenha ainda obtido o “Relatório Provisório” sobre incêndios florestais, do passado dia 3 de Outubro, disponível no site da Direcção Geral dos Recursos Florestais, em que se demonstra que o número de incêndios e a área total ardida, de 1 de Janeiro a 30 de Setembro deste ano foram, respectivamente, 57,4% e 32,5% das médias observadas entre os anos de 2001 e 2006.
Também é interessante o facto de ter elaborado uma potencial intriga explicativa da presença de Freitas do Amaral no governo (trampolim para a Presidência da República), seguindo-se a sua reflexão sobre uma eventual remodelação governamental (em Março), apontando Freitas do Amaral como remodelável, tendo este acabado por demitir-se em Junho…
Não tenho rigorosamente nada contra as teorias/teses da conspiração, as agendas políticas e as opiniões de cada um. Somos todos livres de pensar, exprimir esses pensamentos e até livres de errar nas interpretações que fazemos dos pensamentos dos outros.
De facto não foi apenas aquele texto que me levou a tirar essas ilações. Se não estou em erro, de há 1 ano para cá, as únicas vezes que Paulo Gorjão se tem referido a Correia de Campos têm sido num tom crítico, tendo-se as críticas agrupado no último mês, porque nos restantes, mais uma vez se não me engano, Paulo Gorjão foi omisso em relação ao Ministério e ao Ministro da Saúde. Como ele próprio me esclarece (e se calhar não só a mim), não criticou a liberalização da venda de medicamentos que não necessitam receita médica, o encerramento das maternidades ou a reestruturação das urgências. Não criticou, não aplaudiu, não comentou. Talvez por isso, pelos vistos abusivamente, interpretei as suas críticas como opinião pouco favorável.
Até porque tenho de Paulo Gorjão a ideia de um homem bem informado e interventivo, pelo menos na blogosfera, que não se esquece dos assuntos que questiona, e que os persegue sem descanso, até obter uma resposta. Tem sido assim com o MIT, com a notícia errada do DN sobre o novo Procurador-Geral da República. Por outro lado, do elenco governativo, tem particular atenção às actuações de alguns ministros (Freitas do Amaral, António Costa, Manuel Pinho e, mais recentemente, Correia de Campos).
Relativamente às teorias da conspiração, devo confessar que as adoro, mais de umas do que de outras, claro. Por exemplo, intriga-me que, perante a sua insistência em criticar António Costa pela má época de incêndios, não tenha ainda obtido o “Relatório Provisório” sobre incêndios florestais, do passado dia 3 de Outubro, disponível no site da Direcção Geral dos Recursos Florestais, em que se demonstra que o número de incêndios e a área total ardida, de 1 de Janeiro a 30 de Setembro deste ano foram, respectivamente, 57,4% e 32,5% das médias observadas entre os anos de 2001 e 2006.
Também é interessante o facto de ter elaborado uma potencial intriga explicativa da presença de Freitas do Amaral no governo (trampolim para a Presidência da República), seguindo-se a sua reflexão sobre uma eventual remodelação governamental (em Março), apontando Freitas do Amaral como remodelável, tendo este acabado por demitir-se em Junho…
Não tenho rigorosamente nada contra as teorias/teses da conspiração, as agendas políticas e as opiniões de cada um. Somos todos livres de pensar, exprimir esses pensamentos e até livres de errar nas interpretações que fazemos dos pensamentos dos outros.


