02 novembro 2019

Pandemos

jorge de sena.jpg


Jorge de Sena


 


Dentífona apriuna a veste iguana


de que se escalca auroma e tentavela.


Como superta e buritânea amela


se palquitonará transcêndia inana!


 


Que vúlcios defuratos, que inumana


sussúrica donstália penicela


às trícotas relesta demiquela,


fissivirão boíneos, ó primana!


 


Dentívolos palpículos, baissai!


Lingâmicos dolins, refucarai!


Por manivornas contumai a veste!


 


E, quando prolifarem as sangrárias,


lambidonai tutílicos anárias,


tão placitantos como o pedipeste.


 

1 comentário:

  1. Diana19:14

    Palavras muito esquisitas que existem neste poema e que eu desconheço o seu significado,infelizmente,

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