A peseudo-tragédia das candidaturas da autarquia portuense, com a pseudo-bravata de Rui Moreira contra as declarações de Ana Catarina Mendes, é uma pequena amostra, para quem ainda não quis ver, do que é o populismo dos tão propalados independentes.
Rui Moreira é mais um exemplo do nojo anti-partidário com tiques autoritários e trauliteiros, neste caso com a pronúncia do norte. É fantástico, muito sério e muito honesto e não precisa nada da peçonha partidária, com excepção dos votos, claro.
Manuel Pizarro é bom como cidadão, mas como dirigente do PS deve ser mantido a uma sanitária distância. Nada de lugares para os membros dos partidos, deles só necessita da campanha, da máquina de angariar votos e do trabalho posterior.
A responsabilidade é mesmo do PS, não por causa das observações de Ana Catarina Mendes que, mesmo que infelizes, não me parecem graves a nenhum título, mas porque prescindiu de assumir um candidato, mesmo não ganhador.
Espero que Manuel Pizarro se candidate autonomamente e que defenda as suas ideias e os votos no seu partido. A democracia sem partidos e com movimentos abrangentes e de cidadãos todos eles muito fantásticos, sérios e apartidários, é uma falácia que só quem não quer não entende. E talvez os portuenses o possam dizer nas urnas.
Cara Sofia.
ResponderEliminarGostei muito do que escreveu. Obrigada
Abraço
Obrigada, Irene. E Manuel Pizarro avançou mesmo. Ainda bem.
ResponderEliminar01- A Autora do post carateriza, de forma excelente, a postura do candidato Rui Moreira.
ResponderEliminar02- Mas, vai mais longe, ao referir que, o anti partidarismo de Rui Moreira é uma expressão genuinamente "populista".
03- Vem do anterior regime, ditatorial, esta incapacidade de entender que os Partidos Políticos são a base da Atividade Democrática.
Cordiais Saudações Democráticas de
Acácio Lima
Obrigada, Acácio. Saudações democráticas... e revolucionárias (!) para si também.
ResponderEliminarBj