A desigualdade gritante no acesso à Universidade tem décadas e é um assunto a que ninguém quer dar atenção. No último Expresso e, agora, na RTP 2, falou-se da divulgação de um estudo de Gil Nata e Tiago Neves, que demonstra que há uma acentuada inflação das notas, mais no ensino privado que nos público, mais em certas regiões do país que noutras, estudo esse que não consegui encontrar no portal InfoEscola.
Há vários anos que defendo que seria preferível fazer exames nacionais a todos os candidatos, sendo a nota de exame aquela que se considerava para o acesso à Universidade. Ou então permitir que cada Universidade tivesse as suas próprias provas de acesso. Pelo menos colocaria todos os candidatos em pé de igualdade. Por muito injusta que seja uma prova na avaliação de conhecimentos, é menos injusta que a situação presente, em que há uma elite que paga e compra as notas de entrada nas Faculdades.
É um escândalo que nada se tenha feito em tantos anos, permitindo esta claríssima violação do princípio Constitucional que se convoca para outras matérias (e bem) - o da igualdade.
Concordo. As "listas nacionais",além das notas inflaccionadas(1001 receitas para isso,como no livro de cozinha de Berta Rosa Limpo para o bacalhau...)apenas servem para "alimentar"o argumentário do sindicalismo unicitário,e dar-lhe um poder leonino.Sem COPIAR o processo do meu tempo(exame de aptidão,organizado por cada universidade...Dispensa para quem obtivesse 14 valores--s.e.o.omissão...no exame do antigo 7ºano...)...) Desconfiar das Universidades Públicas apenas serve para AMPLIAR o poder das "patrulhas ideológicas"
ResponderEliminarCumprimentos,"kyaskyas"