Ter alguém que me indique o norte, que me mostre a estrela polar e a ursa maior, num céu negro e de tal maneira estrelado que nos faz desequilibrar, ter alguém que nos indica que a cor tinta de um rio se deve à cor do cobre que o solo detém, ter alguém que a propósito da sericaia que se come ao jantar nos ensina que uma das batalhas da restauração foi a do Ameixial, ter alguém que escolhe um vinho de Baleizão - Paço do Conde - e que discorre sobre Catarina Eufémia e a religiosidade associada à sua figura, é algo de raro e de maravilhoso que não me canso de agradecer... e amar.
Continua linda, a viagem. Catarina Eufémia, entre o mito, a religiosidade e a realidade. Continuação...
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