11 maio 2014

Do descaramento

 



 


Há que se espantar sempre com o descaramento de certas personagens. Eduardo Catroga é uma delas. Vale a pena ouvir esta entrevista, em que se gaba de ter sido convidado por Passos Coelho para a pasta das Finanças, que recusou, e depois da maravilhosa negociação do memorando, que ele transformou em fantástico, critica a política do governo.


 


Como ele diz, o cavalo do poder é uma pileca que se apresta a ser cavalgado apenas por alguns, ciclicamente os mesmos.


 


Outros desavergonhados desdizem-se semanas, meses ou anos após os mais solenes compromissos - não aumentar impostos, pedirem desculpa aos portugueses, condenarem certas políticas e agora virem a abraçá-las sem se penalizarem. Enfim, tantos são os exemplos que arrepia.


 


E são estas as pessoas e as formações que as elegem e que se apresentam, sempre, como se nada de bizarro se passasse, como se de nada fossem responsáveis.


 


As sondagens mantém o resultado do PSD e CDS quase idêntico ao do PS. António José Seguro merece uma derrota tão estrondosa como Passos Coelho ou Paulo Portas. Entretanto outros partidos não existem para os media.


 



 

Sem comentários:

Enviar um comentário

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...